
Segundo dados do World Food Program, das Nações Unidas, a Coréia do Norte está enfrentando uma grande crise alimentícia em razão das enchentes do ano passado, que devastaram as plantações, exacerbando a falta de alimentos que deixa com fome milhões de seus habitantes. O preço dos alimentos no país dobrou, enquanto o estoque estatal diminuiu. Pela primeira vez, o governo do país declarou que seu sistema de estoques, garantindo ao menos rações diárias para boa parte da população, pode não atender às necessidades. Além disso, a ajuda dos principais doadores, China e Coréia do Sul, não deve chegar na quantidade suficiente, como era de costume. Devido ao aumento do preço da comida, a China restringiu suas exportações e não deve enviar um grande montante de alimentos ao seu aliado comunista enquanto a Coréia do Sul tem um novo e conservador presidente da república, que afirma que espera a reciprocidade da Coréia do Norte para enviar qualquer tipo de ajuda humanitária. A WFP também reduziu em cerca de 5 milhões, a pedido do governo norte-coreano, o número de pessoas que alimentava na Coréia do Norte, devido à recusa de permitir o livre trânsito de funcionários estrangeiros para verificar a disponibilização dos alimentos. (Resumido por Letícia Simões)
Resumão: A Coréia do Norte esta passando por grandes apuros e milhões de pessoas devem passar fome esse ano devido a grande perda causada pela agricultura devido as enchentes do ano passado, aliado a irresponsabilidade das ações diplomáticas de seu presidente que conseguiu disperdiçar grande parte da ajuda de seus aliados como a China e a Coréia do Sul além de ações humanitarias devido ao fato de não permitir a circulação de estrangeiros para verificação e acompanhamento da logísitica nessa ação. Além disso, internamente os preços dos alimentos já dobraram e o país pela primeira vez admite que sua reserva de alimentação para 3 vezes por semana para cada familia esse ano talvez não seja suficiente.

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